>ALGUMAS VERDADES SOBRE O PRÉ SAL

>Amigos Leitores, estamos de volta! Desculpem o sumiço e a falta de Novos Posts.
Começamos os posts de 2a Feira, com a reprodução de um texto que recebi por
email do nosso colaborador Anderson Ferraz.
O email, é sobre uma suposta correspondência eletrônica, enviada para o ex
Presidente Itamar Franco, pelo seu antigo Ministro de Minas e Energia Alex
Stepanenko, onde o mesmo, apenas vem reforçar algo, que qualquer Brasileiro
com um minimo de senso crítico e acesso a internet já sabia.
O Pré Sal não é a 8a Maravilha do Mundo e não será extraido de forma tão
fácil, simples e rápida como nos quer fazer crer a “pré canditada” a Presidência
da República, Dilma Russef e nosso Presidente “Companheiro” Molusco, ups, digo,
Lula.
Clique em Leia Mais… e veja a reprodução na Integra do Email. Abraço

Petrobrás – PRÉ SAL – Esclarecimento Técnico
Penso que o assunto merece ampla divulgação, pois se trata de esclarecimento bem interessante.
Como parte do grande plano de socialização, o “Ministério da Propaganda” faz o seu papel.
Você se lembra do Alexis Stepanenko? Foi Ministro das Minas e Energia do Presidente Itamar Franco.
Veja a carta abaixo que ele escreveu para o ex-presidente, até aqui um governante sem firulas e sem rebuscos propagandisticos, mas que atuou com inequívoco patriotismo no caso chamado Raposa Terra do Sol e nessas recentes “maravilhas” petroleiras do Lula.

“Meu caro Itamar Franco,


Tenho que tirar o chapéu para a capacidade do Presidente Lula em criar ‘novidades’ sobre coisas antigas.

Quando eu era o Ministro de Minas e Energia em seu Governo, a Petrobras já sabia da existência destas reservas que iam de Santos à Santa Catarina.
O problema é que se calculava que elas jaziam a mais de 2500m de profundidade e, hoje, foi comprovado se encontrarem a mais de 3200m.
Qual era o problema?
Em 1993, não havia (nem hoje há ainda), tecnologia para se extrair o óleo cru dessa profundidade. Apenas no ano passado conseguimos chegar a 2000m, a uma pressão bárbara.
Comentei contigo que tínhamos reservas, mas não tecnologia para chegar lá, mas o CEMPES estava trabalhando para conseguir perfurar a uma profundidade dessas. Segundo os geólogos da Petrobras, nas priscas eras, os continentes da América do Sul e da África se separaram. Nesta separação a costa ocidental da África (Nigéria, Angola, Guiné etc.) ficou com jazidas de petróleo mais perto da superfície e nós em águas mais profundas.
Contudo, um dia chegaríamos a retirar petróleo destas nossas águas e o país seria independente da importação do produto. Pois bem, ontem a Dilma anunciou essa ‘grande descoberta’, prevista para produzir petróleo daqui a 8 anos!
Nessa profundidade, que nunca foi alcançada por ninguém, há enormes desafios de engenharia para serem resolvidos, tais como a pressão , a resistência dos materiais, as sondas adequadas, etc.
A engenharia da Petrobras tem trabalhado nestes problemas, mas não encontrou ainda todas as respostas e soluções. Contudo, acho que estão prevendo que, em 2015, terão desenvolvido e dominado a tecnologia para essa profundidade. Hoje, a Petrobrás não a tem.
Estima-se que este petróleo deve ter um API de menos de 30°, talvez 25°.
O que é isso?
Petróleo muito pesado, parecido com o da Venezuela, mais custoso de refinar, pois rende apenas 20% de combustíveis em cada barril extraído. O custo médio atual no Brasil, desse petróleo, para a Petrobras deve estar por volta de US$12 a 13.00.
O petróleo leve, como o encontrado no Oriente Médio, rende 50% de hidrocarbonetos combustíveis e o custo de extração fica talvez entre US$1 a 2.00 o barril.
Onde se vê como é um negócio de grandes lucros, movido por uma especulação desenfreada na ‘economia globalizada’.
Claro que ao preço do barril de petróleo a US$93 a 96,00 vale a pena extrair óleo até das areias de xisto, como fazem agora os canadenses.
A mídia e o povo – com essa ‘descoberta’ – estão euforicamente enganados. Nem se fala mais no problema do gás.
O Sauer, que era o Diretor de Gás da Petrobras, nunca gostou de gás por ser um especialista em hidrelétricas…
Em nossa época, tivemos o pudor de não anunciar algo que era impossível de extrair, da mesma forma que nunca falamos dos ‘dois mil pontos de ouro na superfície’, que seriam encontrados na Amazônia, etc. e tal.
Questão de pudor e de seguir a sua orientação de não chutar a torto e a direita, para não criar falsas esperanças e expectativas, além de especulações nas bolsas de valores.
Não creio que os técnicos da Petrobras quisessem divulgar a ‘grande descoberta’. Devem ter sido pressionados para dar uma noticia que acabasse com a ‘crise do gás’.
E assim vamos, no vai da valsa…
Abraços,
Alexis Stepanenko”.

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